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Blog do Cidão

07/07/2008 GMT 1

História & Estórias

cido @ 16:14

cristo73.jpg

No que concerne ao anticlericalismo, somos todos filhos da Revolução Francesa, mais particularmente do jacobinismo. Dica aos estudantes que quiserem comprar uma boa briga em sala de aula — tomando cuidado: petralha é rancoroso e pode usar a nota (a avaliação) como instrumento de punição e tortura psicológica. Sempre que o esquerdofrênico começar a babar seu ódio contra a Igreja Católica por causa das “torturas da Inquisição”, cabe ao bom estudante indagar:
- Professor(a), não havia tortura antes da Inquisição?
- Professor(a), governos laicos também torturavam?
- Professor(a), o mundo antes da Igreja Católica era melhor e mais justo?
- Professor(a), se o cristianismo era tão mau, por que começou como uma religião dos pobres e de resistência (se ele negar, você escreve pro Tio Rei, que vai socorrê-lo com bibliografia)?

Sou eu um relativista, como acusa um leitor (que me pede mais delicadeza com Marilena Chaui, por exemplo)? Não. Nem revisionista. Acho que a Igreja tem de arcar com seus excessos (ver abaixo). Mas o fato é que a Inquisição tinha mais critério e cuidados do que os governos laicos em seus interrogatórios. A Inquisição ibérica, especialmente a espanhola, fugiu ao controle de Roma. Ainda assim, documentação do Vaticano — que se desculpou — dá conta de que, em 125 mil processos, menos de 2% dos acusados foram condenados à morte. Em seis séculos! Fidel e o Porco Fedorento fizeram mais do que isso em mortos logo no primeiro ano da revolução cubana.

Não estou estabelecendo uma hierarquia de assassinatos. Só estou dizendo que é preciso ver a coisa em seu tempo. Isso não é relativismo. É história. Ou, agora, chamaremos de “injusta” a democracia grega porque excluía as mulheres, os escravos e os pobres? E a ação da Igreja Católica tem de se vista à luz do que era a cultura política e jurídica do seu tempo. Assim como se deve fazer a mesma coisa com o comunismo. E, então, cumpre indagar: quem sai perdendo?

Vamos perguntar ainda ao professor petralha:
- As alternativas à Igreja Católica, no seu tempo, eram melhores ou piores? Um mínimo de honestidade intelectual demonstrará que eram piores.
- E ao comunismo? Havia uma alternativa melhor — do ponto de vista do bem-estar e das liberdades (e que não fosse o fascismo)? Havia.
- E ao fascismo? Havia uma alternativa melhor — do ponto de vista do bem-estar e das liberdades (e que não fosse o comunismo)? Havia.

Comunismo e fascismo são erupções reacionárias — eles, sim — do processo político. Pela simples e óbvia razão de que o Ocidente já havia produzido algo melhor do que aquilo. Um bom exemplo da estupidez nazista, como sabem, é Mengele. A ciência desautorizava sua “ciência”. Ele não era um ousado, um iconoclasta. Era apenas um tarado moral que vivia sob a proteção do poder absoluto. Sempre tomando os chamados “direitos humanos” como referência, pergunta-se: um inquisidor dos séculos 15, 16 ou 17 tinha de seus “crimes” a mesma consciência que tinham de seus respectivos um Stálin ou um Hitler? Não! E a razão é simples: “direitos humanos” também são humanas construções. O estoque de pensamento, nessa área, era muito maior, mais rico e mais variado no tempo em que viveram os dois ditadores do que naquele vivido pelos inquisidores.

“Sei, Reinaldo, então a Igreja Católica está livre de pecados!?”. Não! Não darei a ela o benefício que os próprios papas, ao longo do tempo, não deram. Só que é preciso saber também quem acusa, não é? Acabei de ler, por razões profissionais, uns tantos livros de história. Os professores estão dizendo aos alunos, por exemplo, que, da Revolução Francesa, restou o ideal de “liberdade, igualdade e fraternidade”. E, da Igreja, a Inquisição. Trata-se de uma falácia gigantesca. E o Terror jacobino? E as execuções sumárias praticadas inclusive por seus próprios pares? E o Império Romano pré-cristão?

Leiam, a propósito, reportagem de 2004, de Verity Murphy, da BBC:

Segundo o relatório de 800 páginas, a Inquisição, que espalhou temor na Europa durante a Idade Média, não praticou tantas execuções ou tortura como dizem os livros de história.

O editor do novo livro, professor Agostino Borromeo, sustenta que, na Espanha, apenas 1,8% dos investigados pela Inquisição espanhola foram mortos. Apesar disso, o papa João Paulo 2º novamente pediu desculpas pelos excessos dos interrogadores, expressando pesar por "erros cometidos a serviço da verdade por meio do recurso a métodos não-cristãos".

O papa, porém, não ultrapassou a regra da igreja segundo a qual os pontífices não criticam os seus predecessores. O papa Gregório 9, que criou a Inquisição em 1233 para combater a heresia (a negação da verdade da fé católica), não foi mencionado no comunicado.

Hereges

Após a consolidação do poder na Europa da Igreja Católica Romana, nos séculos 12 e 13, ela estabeleceu a Inquisição para assegurar que os hereges não minassem a sua autoridade. O sistema tomou a forma de uma rede de tribunais eclesiásticos com juízes e investigadores. As punições aos condenados variavam de visitas forçadas à igreja ou fazer peregrinações até a prisão perpétua ou execução na fogueira. A Inquisição estimulava delações, e os acusados não tinham o direito de questionar a pessoa que o havia acusado de heresia.

Ela atingiu o seu pico no século 16, quando a igreja enfrentava a reforma protestante. Seu julgamento mais famoso aconteceu em 1633, quando Galileu foi condenado por postular que a Terra girava ao redor do Sol. A Inquisição espanhola, que se tornou independente do Vaticano no século 15, praticou os abusos mais extremos, sobretudo com o uso dos autos da fé, em que matavam os condenados em fogueiras públicas.

Seus representantes torturavam as vítimas, realizavam julgamentos sumários, forçavam conversões e aprovavam sentenças de morte. "Não há dúvidas de que, no começo, os procedimentos planejados foram aplicados com rigor excessivo, que em alguns casos foram degenerados e se tornaram verdadeiros abusos", diz o novo estudo do Vaticano. Mas o relatório, preparado ao longo de seis anos, argumenta que a Inquisição não foi tão má como se costumava crer.

'Bonecos no fogo'
Borromeo cita como exemplo que, de 125 mil julgamentos de suspeitos de heresia na Espanha, menos de 2% foram executados. Ele afirma que muitas vezes bonecos eram queimados para representar aqueles que foram condenados à revelia. E que bruxas e hereges que demonstravam arrependimento no último minuto recebiam algum tipo de alívio para a dor quando eram estrangulados antes de serem queimados.

Para aqueles que possuem ligação com as vítimas da Inquisição, porém, a declaração do Vaticano de que ela não era tão má quanto se dizia tem pouca importância. Os valdesianos, membros de uma seita protestante declarada herege no século 12, estavam entre as vítimas da Inquisição. "Não importa se há muitos ou poucos casos. O que é importante é que você não pode dizer: 'Estou certo, você está errado, e eu vou te queimar'", disse Thomas Noffke, um pastor valdesiano americano que vive em Roma. Ainda segundo o novo relatório, no auge da Inquisição a Alemanha matou mais bruxas e bruxos que em qualquer outro lugar, cerca de 25 mil.

http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2007/10/histria-e-histrias.html

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Embriões são o que?

cido @ 16:06

marcela1.jpg

Marcela bebê nascido sem cérebro completa um ano de vidaPergunta

Todos sabemos que não são todos os embriões que formarão uma vida, portanto usar aqueles que não seriam fecundado não há problema nenhum, pois eles não poderiam gerar vida certo? E a partir do uso deles, podemos salvar vidas?
Resposta:
É preciso decidir se o zigoto humano é vida ou não é vida? Sabemos que intocado poderá tornar-se brilhante Juíza do Supremo Tribunal Federal, violado o irrepetível participante da espécie humana não poderá jamais receber as boas-vindas à existência.
É preciso trazer tamanha carga sobre os ombros de nossos magistrados do Supremo Tribunal? Chama-los a definir quando começa a vida da criatura mais singular; não seria uma tarefa pesada demais? Tal circunstância quase uma injustiça para com aqueles que fazem a Justiça no Brasil?
Decidir interromper um processo de gestação é sempre uma escolha árdua, mas é uma tarefa sobre-humana ter que indicar para todos os brasileiros quando tal atitude não será um assassinato.
Não seria omissão, mas delegação, marcar a concepção como o dia do início do humano, simplesmente se estaria indicando que a decisão de iniciar a vida está com o homem e sua amada. É cada casal brasileiro, com um ato prazeroso e livre, o iniciador de uma vida.
Quando falham os contraceptivos - e todos sabem que falham - algo do masculino e algo do feminino se encontram, mantidas aquelas naturais condições jamais determinadas por qualquer tribunal, inexoravelmente se verá surgir um ser humano completamente distinto de todos os demais.
Prezada Marina, Creio que você quis dizer que não são todos os zigotos (óvulos humanos fecundados pelo espermatozóide) que completarão o processo de desenvolvimento no útero materno.
Isso é verdade. A medicina ainda não tem todas as explicações do porquê um bom número de zigotos não completa a nidação, ou seja, não se fixam ao útero.
Primeiro ponto. O fato da natureza descartar óvulos fecundados não nos autoriza a tomar a iniciativa de também fazê-lo.
Se a natureza os lança fora é porque deve ter um bom motivo. Todos nós reconhecemos que a natureza segue a Sabedoria de seu Criador. Nós, humanos, não somos Deus, e portanto, não temos o direito de fazer por conta própria o que as leis da natureza o fazem por determinação de seu Idealizador.
Segundo Ponto. Só interessa para os manipuladores de embriões humanos aqueles bons, justamente os que se desenvolvem bem, os que produzem vida saudável. Embriões que a natureza descartaria também seriam descartados pelos sombrios cientistas. Tanto é assim, que no processo de fecundação “in vitro” (no tubo de ensaio) a maioria dos embriões são jogados na lata do lixo porque não foram em frente em seu desenvolvimento. São justamente os mais fortes e perfeitos que serão escolhidos para fornecerem a própria pele para que outros seres humanos se curem de suas doenças.
Irmã Marina, último ponto. Só quem não crê em Deus pode aceitar que Ele não nos daria outros caminhos muito mais humanos pra se chegar à cura da mesmas doenças. Quem crê no amor, na atenção, na misericórdia de Deus para com seus filhos sabe que jamais estaria em seus planos dar a vida de inocentes para curar outros seres humanos. Onde no Evangelho de Jesus se testemunha uma atitude semelhante da parte do Senhor? Ele chega a dar a própria vida, mas jamais desampara um para ajudar a outro.
O Diretor Igmar Bergman no seu clássico filme o “Ovo da serpente” mostra como os cientistas nazistas utilizavam seres humanos como cobaias. Tinham como objetivo justamente descobrir remédios para os demais. Sabe-se de experimentos terríveis, como o de quebrar várias vezes os ossos de crianças de diferentes idades para se estudar a capacidade do organismo de voltar a reconstituir o osso triturado. O objetivo era descobrir meios de acelerar a recuperação de soldados feridos em campos de batalha.
Se concordarmos em usar pessoas para curar pessoas só vamos nos tornar menos gente.

14/05/2008 GMT 1

Busca Online

cido @ 02:11



Letras de Música



by letras.mus.br

16/04/2008 GMT 1

Deus existe?

cido @ 02:43

Deus existe?ciência e saúde / livros de ciência -  Chefe do Projeto Genoma defende religiãoEm "A Linguagem de Deus", Francis Collins diz que a fé também é uma escolha racional. Para biólogo, ordem do Universo e moralidade humana apontam para a divindade.Reinaldo José Lopes  A famosa frase de Machado de Assis, "unir as duas pontas da vida", é um ótimo jeito de descrever o livro "A Linguagem de Deus", do biólogo e médico americano Francis Collins. Aqui, porém, as duas pontas não são a juventude e a velhice citadas por Machado, mas dois domínios da experiência humana que vivem separados, isso quando não batem cabeça de forma agressiva: a ciência e a religião. O resultado desse esforço, lançado recentemente em edição brasileira, pode não convencer os céticos, mas transpira coragem, decência e lirismo.O tom do livro, altamente pessoal, reflete a própria luta interior de Collins (chefe do grandioso Projeto Genoma Humano), que passou de ateu a cristão convicto já na idade adulta, ao concluir seu doutorado. Tentando romper a cortina de séculos de preconceito e desconfiança mútuos que freqüentemente separam as pessoas de fé dos cientistas, Collins quer usar a própria trajetória para mostrar que é possível compreender as verdades factuais sobre a origem do Universo e da vida e, ao mesmo tempo, viver uma crença religiosa profunda. O que Collins propõem, e aqui está o lado audacioso do livro, não é só uma trégua entre as duas visões de mundo. Ele diz que é possível uni-las num todo harmonioso, cuja validade pode até não ser passível de prova como uma teoria científica, mas que tem uma base fundamentalmente racional.Examinando os dados"Racional", de fato, é a palavra a ser usada. Collins revela, para a provável surpresa de muitos desavisados, que descobriu a fé de forma totalmente diferente da maioria das pessoas. Criado numa família não-religiosa (ele e seus irmãos freqüentaram o coral da igreja com recomendações expressas de "aprender música e não prestar muita atenção no que era pregado"), ele descobriu o fascínio da ciência quando era adolescente, tornando-se primeiro agnóstico e depois abertamente ateu.Porém, ao cursar medicina, Collins se viu mais e mais surpreendido pela fortaleza espiritual das pessoas com uma crença, mesmo diante das piores tragédias. De repente, ele se deu conta de que nunca havia aplicado a mesma abertura de pensamento que tinha aprendido como cientista à questão da fé. Em outras palavras, Collins negou-se a examinar as possíveis evidências contra ou a favor da religião -- coisa que, segundo ele, foi uma atitude indigna de um verdadeiro cientista.Diante desse dilema, acabaram chegando às mãos de Collins os escritos de C.S. Lewis, romancista norte-irlandês e cristão convertido que fez uma defesa apaixonada da crença em Deus como uma atitude racional. O jovem ateu se sentiu especialmente tocado pelo argumento da "lei moral" proposto por Lewis: a busca pela maneira correta de viver, mesmo que em detrimento do nosso próprio bem-estar, seria algo inexplicável sem levar em conta a ação de Deus no coração humano. Presente em todas as culturas humanas, esse anseio por uma força moral "fora" de nós é, para Lewis - e, após sua conversão, também para Collins -, o mais próximo que se pode chegar de uma "prova" da existência de Deus. Ele é humilde o suficiente para reconhecer que a razão, sozinha, não é suficiente para confirmar esse tipo de crença, mas diz que ela não é inconsistente com o fato de que o nosso Universo, regido por leis finamente ajustadas e favoráveis à vida, poderia ser considerado a obra-prima de uma mente divina.   Em defesa de DarwinCollins, porém, não vê a fé em Deus como uma desculpa para o fundamentalismo. É por isso que ele se dispõe a uma defesa corajosa das descobertas que a biologia moderna, em especial a biologia molecular, sua especialidade, fizeram a respeito do longo processo de evolução que deu origem ao homem.Para o pesquisador, o fato de que biologicamente somos aparentados a todas as outras formas de vida na Terra, compartilhando muito de nosso DNA com os chimpanzés e até com as humildes moscas-das-frutas, é prova cabal de que a teoria da evolução do naturalista Charles Darwin ainda vale. Por isso, Collins rejeita tanto o criacionismo - a idéia de que o mundo e as espécies vivas foram criados em seis dias, como diz o relato bíblico do Gênese - quanto o chamado design inteligente. Essa corrente de pensamento, popular entre cristãos e alguns cientistas renegados americanos, propõe que algumas estruturas dos seres vivos são tão complexas que jamais poderiam surgir por meio da evolução gradual - teriam sido projetadas diretamente por um ser inteligente. Como bem aponta Collins, o design inteligente é má ciência e má teologia. É má ciência por argumentar a partir da ignorância: só porque hoje não há uma explicação consolidada sobre, por exemplo, o surgimento dos flagelos ("caudas" natatórias) das bactérias, isso não significa que a ciência não achará essa explicação. E é má teologia por imaginar que Deus - o "ser inteligente" por trás dos argumentos do design inteligente - seria um artesão descuidado, que precisa o tempo todo corrigir sua criação "no braço" para que ela funcione.A alternativa de Collins - o BioLogos, junção de biologia e "Logos", o Verbo divino que, segundo a tradição cristã, teria criado o mundo - traz a idéia de que Deus teria estabelecido as regras do Universo desde seu princípio, de maneira que, na plenitude do tempo, pudessem evoluir seres que fossem capazes de encontrar a "lei moral" e buscar um relacionamento com o próprio Criador. Essa visão pode ou não parecer coerente, e talvez seu apelo esteja limitado àqueles que já possuem uma crença. Mas é impossível ignorar a generosidade de Collins, em seu pedido para que duas facetas tão importantes da vida humana, a fé e a ciência, deixem de se considerar mutuamente excludentes."A Linguagem de Deus - Um cientista apresenta evidências de que Ele existe"Francis S. Collins - Editora Gente - 279 págs. - R$ 35


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25/02/2008 GMT 1

CONVENÇÃO DE SATÃ

cido @ 13:19

bem-e-mal.JPGSatã convocou uma convenção mundial.
Em seu discurso de abertura disse ele a seus anjos perversos:

- Nós não conseguimos impedir que os cristãos rezem e nem que leiam suas bíblias e conheçam a verdade. Nós nem mesmo conseguimos impedi-los de tentar construir um relacionamento com Cristo. Mas, se realmente eles conseguirem essa conexão com Jesus, nossa força sobre eles estará destruída. Assim, deixe-os rezar, deixe-os ter seus estilos de vida, mas roube seu tempo, para não ganhar esse relacionamento com Jesus. Distraia-os de conquistar a proteção de seu salvador e de manter essa conexão vital durante todo seu dia!
Um dos seus perversos anjos perguntou:
- Como faremos isto?
- Mantenha-os ocupados nas coisas não essenciais da vida e inventem inúmeros esquemas para ocupar suas mentes - respondeu. E continuou:
- Tente-os para gastar, gastar, e gastar, e para pedir e pedir.
Convença as esposas à ficarem horas trabalhando e aos maridos a ficarem no trabalho 6 ou 7 dias por semana, 10 a 12 horas por dia, para que assim tenham recursos para seus vazios estilos de vida e evite principalmente que tenham tempo para passear com suas esposas e crianças, assim suas famílias ficarão fragmentadas e, logo, seu lar não oferecerá nenhum refúgio às pressões do trabalho!
- Estimule suas mentes de modo que não possam mais ouvir aquela voz baixinha. Seduza-os para ouvir constantemente o rádio ou TV em suas casas. E veja para que cada loja e restaurante no mundo toquem músicas do momento, de preferência com letras de duplo sentido, constantemente. Isto atolará suas mentes e romperá essa união com Cristo.
- Encha a mesa do café com revistas e jornais.
Martele suas mentes com notícias 24 horas por dia.
Invada seus momentos ao volante com outdoors.
Inunde suas caixas postais com catálogos, panfletos, todo tipo de boletins de propaganda e de revistas grátis e com mulheres lindas, assim os maridos acreditarão que a beleza externa é que é importante e ficarão descontentes com suas esposas.
O anjo perverso riu satisfeito:
- Ha! Isso destruirá estas famílias rapidamente... eles logo arranjarão outras mulheres!
E Satã continuou:
- Até mesmo na recreação, deixe que seja excessiva e voltem da recreação esgotados, inquietos e despreparados para a semana que inicia. Não os deixe ir à natureza refletir sobre as maravilhas de Deus. Mande-os aos parques de diversão, aos eventos esportivos, e, preferivelmente, aos filmes (que estão cada vez mais violentos).
- Mantenha-os ocupados e ocupados. Quando se reunirem em encontros espirituais, envolva-os em bisbilhotices e conversas fúteis de modo que saiam com a consciência incomodada e a emoção alterada.
E finalizando disse:
- Vão em frente! Deixe-os se envolver em salvar a alma, mas aglomere suas vidas com muitas causas para que não tenham nenhum tempo para procurar a força de Cristo. Logo estarão trabalhando em sua própria lápide, sacrificando sua saúde e família para o bem da causa.
- VAI DAR CERTO! VAI FUNCIONAR!
E estava encerrada a convenção.
E os perversos anjos foram ansiosamente executar suas atribuições, fazendo com que todos, em toda parte, ficassem ocupados, ocupados e correndo apressados de lá pra cá e de cá pra lá.
E fica a pergunta :
Será que o Senhor Satã foi bem sucedido em seu esquema?
PARE... PENSE e seja você o juiz....O juiz de si mesmo!
(autor desconhecido)

Radio Água Viva

cido @ 13:12

Verdades e Mentiras sobre o ABORTO

cido @ 13:06

fomemedi.jpgPara justificar este crime abominável, os abortistas inventaram uma grande quantidade de falsos argumentos que foram difundidos insistentemente, especial naqueles países onde, por qualquer motivo, tentam buscar a legalização do aborto ou ampliá-lo onde já foi legalizado alguma de suas formas. Revisemos algumas destas mentiras e qual é a verdade.

Mentira 1: É desumano não legalizar o "aborto terapêutico" que deveria ser realizado quando a gravidez põe a mulher em risco de morte ou de um mal grave e permanente.

A Verdade: neste caso o termo "terapêutico" é utilizado com o fim de confundir. "terapia" significa curar e neste caso o aborto não cura nada. Atualmente, a ciência médica garante que praticamente não há circunstâncias em que se deva optar entre a vida da mãe ou do filho. Esse conflito pertence à história da obstetrícia. Já em 1951, o Congresso de Cirurgiões do American College disse que "todo aquele que faz um aborto terapêutico ou ignora os métodos modernos para tratar as complicações de uma gravides ou não quer dispor de tempo para usá-los" o temido caso das gestações "ectópicas" ou que desenvolvem-se fora do útero materno estão sendo dirigidas medicamente cada vez com maior facilidade. Por outro lado, o código de ética médica afirma que em caso de complicações na gravidez devem ser feitos os esforços proporcionados para salvar a mãe e filho e nunca ter como saída a morte premeditada de um deles.

Mentira 2: É brutal e desumano permitir que uma mulher tenha o filho produto de uma violação, por isso, para estes casos, deveria ser legalizado o aborto chamado "sentimental".

A Verdade: Em primeiro lugar as gravidezes seguidas de uma violação são extremamente raras. Nos Estados Unidos, por exemplo, a violação é um sério problema, aproximadamente 78.000 casos foram notificados em 1982. Esta cifra é mais importante se tem-se em conta que 40% a 80% das violações não são denunciadas.

Nestes casos as gravidezes são extraordinariamente raras, por várias causas. Por exemplo, as disfunções sexuais em seus violadores, cuja taxa é extremamente alta. Em três estudos foram constatados que 39, 48 e 54% das mulheres vítimas do ataque não tinham ficado expostas ao esperma durante a violação.

Em outro estudo foi comprovado que 51% dos violadores experimentaram disfunções que não lhes permitiam terminar o ato sexual. Outra causa pela qual são extremamente raras as gravidezes por violação: a total ou temporal infertilidade da vítima. A vítima pode estar já grávida ou pode Ter outras razões naturais.

43% das vítimas encontrava-se nestas categorias. A vítima pode estar tomando anticoncepcionais, ter um DIU ou ligadura das trompas, 20% situava-se nesta categoria. Assim, somente uma minoria das vítimas tem um potencial de fertilidade.

Além da infertilidade natural, algumas vítimas estão protegidas da gravidez pelo que é chamado de estresse de infertilidade; uma forma de infertilidade temporal como reação ao estresse extremo. O ciclo menstrual, controlado por hormônios, é facilmente distorcido por um estresse emocional e pode atuar demorando a ovulação; ou se a mulher já ovulou a menstruação pode ocorrer prematuramente.

Um estudo determinou que registraram somente 0,6% de gravidez em 2190 vítimas de violação. Em uma série de 3.500 casos de violação em 10 anos no Hospital São Paulo de Minneapolis, não houve um só caso de gravidez.

Procurar uma legislação baseada em uma exceção em vez de uma regra é totalmente irracional desde o ponto de vista jurídico. É óbvio que o espantoso crime da violação é utilizado para sensibilizar o público a favor do aborto, ao apresentar o fruto inocente de uma possível concepção brutal como um agressor.

É claro que a mulher sofreu uma primeira espantosa agressão, a da violação. Apresentar o aborto como uma "solução" é dizer que um veneno deve ser combatido aplicando-se outro. O aborto não vai tirar nenhuma dor física ou psicológica produzida em uma violação. Ao contrário, vai acrescentar as complicações físicas e psíquicas que o aborte tem por si mesmo.

Por outro lado, o fruto deste ato violento é uma criança inocente, que não carrega para nada com a brutal decisão de seu pai genético. Por outro lado, os legisladores mais especializados afirmam que legalizar o aborto "sentimental" é abrir a porta a sérias complicações jurídicas: praticamente qualquer união, inclusive consensual, poderia ser apresentada como contrária à vontade da mulher, e portanto, uma violação.

Finalmente, o argumento mais importante, é que o aborto por violação não é sequer aceito pelas verdadeiras vítimas, as mulheres violadas. Podem ler-se estes duros mais reveladores testemunhos.

Mentira 3: É necessário eliminar uma criança com deficiências porque ele sofrerá muito e ocasionará sofrimentos e gastos para os pais.

A Verdade: Este princípio, conhecido como "aborto eugenésico" é baseado no falso postulado de que "os lindos e saudáveis" são os que devem estabelecer o critério de valor de quanto vale uma vida ou não. Com este critério, teríamos motivo suficiente para matar os deficientes já nascidos.
Por outro lado, cientificamente, os exames pré-natais não têm segurança de 100% para determinar malformações ou defeitos. Por exemplo, no caso da rubéola matará a 5 criaturas perfeitamente saudáveis para cada bebê afetado.

Por último, quem pode afirmar que os deficientes não desejam viver? Uma das manifestações contra o aborto mais impressionantes no estado norte americano da Califórnia foi a realizada por um numeroso grupo de deficientes reunidos sob um grande cartaz: "Obrigado mamãe porque não me abortar" . O Dr. Paul Cameron demonstrou perante a Academia de Psicólogos Americano que não há diferença entre as pessoas normais e anormais no que concerne a satisfação da vida, atitude perante o futuro e vulnerabilidade à frustração. "Dizer que estas crianças desfrutariam menos da vida é uma opinião que carece de apoio empírico e teórico", diz o especialista.
Inclusive são numerosos os testemunhos dos pais de crianças deficientes físicos ou mentais que manifestam o amor e a alegria que esses filhos lhes proporcionaram.

Mentira 4: O aborto deve ser legal porque toda criança deve ser desejada.

A Verdade: Este é um argumento absurdo. O "desejo" ou "não desejo" não afeta em nada a dignidade e o valor intrínseco de uma pessoa. A criança não é uma "coisa" cujo valor pode ser decidido por outro de acordo com seu estado de ânimo. Por outro lado, que uma mulher não esteja contente com sua gravidez durante os primeiro meses não indica que esta mesma mulher não vá amar a seu bebê uma vez nascido. Pode ser comprovado que nos países onde o aborto é legalizado, aumenta-se a violência dos pais sobre as crianças, especialmente a da mãe sobre seus filhos ainda quando são planejados e esperados. A resposta a isto é que quando a mulher violenta sua natureza e aborta, aumenta sua potencialidade de violência e contagia esta à sociedade, a qual vai se tornando insensível ao amor, à dor e à ternura.

Mentira 5: O aborto deve ser legal porque a mulher tem direito de decidir sobre seu próprio corpo.

A Verdade: Mas quando o senso comum e a ciência moderna reconhecem que em uma gravidez há duas vidas e dois corpos. Mulher, segundo definição o dicionário, é um "ser humano feminino". Dado que o sexo é determinado cromossomicamente na concepção, e mais ou menos a metade dos que são abortados são "seres humanos femininos", obviamente NÃO TODA MULHER TEM DIREITO A CONTROLAR SEU PRÓPRIO CORPO.

Mentira 6: Com a legalização do aborto terminariam os abortos clandestinos.

A Verdade: As estatísticas nos países "desenvolvidos" demonstram que isto não é assim. Pelo contrário, a legalização do aborto o converte em um método que parece moralmente aceitável e portanto, como uma opção possível que não é igualmente considerada nos lugares onde não é legal. Mas dado que a grande maioria de abortos não são por motivo "sentimental", "terapêutico" ou "eugenásico", mas por uma gravidez considerada "vergonhosa", não é estranho que a mulher - especialmente se é adolescente ou jovem - busque igualmente métodos abortivos clandestinos pela simples razão de que uma lei, ainda que tire a pena legal, não tira a vergonha e o desejo de ocultamento. Por outro lado, esta mentira é baseada no mito segundo o qual os abortos legais são mais "seguros" que os clandestinos. Um exemplo: uma investigação realizada em 1978 nos Estados Unidos constatou que só nas clínicas de Illinois, foram produzidas 12 mortes por abortos legais.

Mentira 7: O aborto deve ser legal porque a mulher tem direito sobre seu próprio corpo.

A Verdade: Tem alguma pessoa direito a decidir sobre seu próprio corpo?
Si, mas até certo ponto. Pode alguém querer eliminar um vizinho ruidoso só porque incomoda a seus ouvidos? Obviamente não. É igual no caso do aborto. A mulher estaria decidindo não sobre seu próprio corpo, mas sobre o de um ser que não é ela, ainda que esteja temporariamente dentro dela.

Mentira 8: O aborto é uma operação tão simples como extrair um dente ou as amígdalas. Quase não tem efeitos colaterais.

A Verdade: as cifras desmentem esta afirmação. Depois de um aborto legal, aumenta a esterilidade em 10%, os abortos espontâneos também em 10%, e os problemas emocionais sobem de 9% para 59%. Além disso, há complicações se houver gravidezes consecutivas e a mulher tem o fator RH negativo. As gravidezes extra-uterinas aumentam de 0,5¨% para 3,5%, e os partos prematuros de 5% até 15%. Também podem ocorrer perfuração do útero, coágulos sangüíneos nos pulmões, infeção e hepatite produzida pelas transfusões, que poderia ser fatal.

Além disso, cada vez mais pesquisas tendem a confirmar uma importante tese médica: que a interrupção violenta do processo de gestação mediante o aborto afeta as células das mamas, deixando-as sensivelmente mais propensas ao câncer. Alguns partidários do aborto inclusive chegaram a argumentar que um aborto é menos perigoso que um parto.

Esta afirmação é falsa: o aborto, especialmente nos últimos meses da gravidez, é notavelmente mais perigoso. Nos países ricos morrem duas vezes mais mulheres por aborto legal do que por disfunções do parto. Por outro lado, algumas mulheres têm problemas emocionais e psicológicos imediatamente depois do aborto, outras os têm anos depois: trata-se da síndrome pós-Aborto.

As mulheres que padecem desta síndrome negam e reprimem qualquer sentimento negativo por um período de ao menos cinco anos. Depois surgem uma variedade de sintomas, desde suores e palpitações até anorexia, alucinações e pesadelos. Os sintomas são surpreendentemente similares aos da Síndrome de tensão pós-traumático que sofreram alguns veteranos, 10 anos ou mais depois de ter combatido em uma guerra.

Operação In Útero

cido @ 14:10

Operação In Útero

Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para espinha bífida feita dentro do útero materno em um feto de só 21 semanas de gestação em uma autêntica proeza médica, nunca imaginou que sua máquina fotográfica registraria talvez o grito a favor da vida mais eloqüente conhecido até hoje.
Enquanto Paul Harris cobria na Universidade de Vanderbilt em Nashville,Tennessee, o que considerou uma das boas notícias no desenvolvimento deste tipo cirurgias, captou quando o bebê tirou sua mão pequena do interior do útero da mãe dele tentarando segurar um dos dedos do doutor que estava intervindo.
A foto espetacular pode ser acessada na página http://www.aciprensa.com/foto.htm (ou no final deste texto) que foi publicada por vários jornais nos Estados Unidos e a repercussão dela cruzou o mundo para chegar na Irlanda onde se tornou uma das mais fortes bandeiras contra a legalização do aborto ocorrido no período de gestação.
A mão pequena que comoveu o mundo, pertence a Samuel Alexander cujo nascimento foi em dezembro passado. Quando pensamos bem nisto, a foto é ainda mais que eloqüente. A vida do bebê está literalmente por um fio; os especialistas sabiam que não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo lá dentro, corrigir a anomalia fatal e fechá-lo para que o bebê continuasse seu crescimento.
Por tudo isso, a imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias registradas no mundo. A história atrás da imagem ainda é mais impressionante. São a luta e a experiência passada por um casal que decidiu esgotar todas as possibilidades, até o último recurso, para salvar a vida do primeiro filho deles. A odisséia de Julie e Alex Arms, que moram na Geórgia, Estados Unidos. Eles lutaram durante muito tempo para ter um bebê. Julie, enfermeira de 27, anos de idade, sofreu dois abortos antes de ficar grávida do pequeno Samuel. Porém, quando completou 14 semanas de gestação começou a sofrer câimbras fortes e um teste de ultrasom mostrou as razões. Quando foi revelado a forma do cérebro e a posição do bebê no útero, o teste comprovou problemas sérios.
O cérebro de Samuel estava mal-formado e a espinha dorsal também mostrou anomalias. O diagnóstico, como já era esperado, foi que o bebê sofria de espinha bífida e eles poderiam decidir entre um aborto ou um filho com sérias incapacidades. De acordo com Alex, 28 engenheiro aeronáutico, eles se sentiram destruídos pelas notícias mas, pela profunda fé deles, o aborto nunca seria uma opção. Antes de se permitir derrubar, o casal decidiu procurar uma solução por seus próprios meios e foi quando ambos começaram a buscar ajuda pela Internet. A mãe de Julie achou uma página que trazia detalhes de uma cirurgia fetal experimental desenvolvido por uma equipe da Universidade de Vanderbilt. Deste modo, eles entraram em contato com Doutor Joseph Bruner (de quem é o dedo que Samuel segura na foto) e começou uma corrida contra o tempo.
Uma espinha dorsal bífida pode levar a danos cerebrais, gerar paralisias diversas e até mesmo uma incapacidade total. Porém, quando pode ser corrigido antes do bebê nascer, muitas são as chances de cura. Apesar do grande risco pelo bebê não poder nascer ainda naquele momento, os Arms decidiram recomenda-lo a Deus. A operação foi um sucesso. Durante ela, os médicos puderam tratar o bebê - cujo tamanho não era maior do que o de um porquinho da índia - sem tirá-lo do útero, fechar a abertura originada pela deformação e proteger a coluna vertebral de modo que os sinais vitais nervosos pudessem ir agora para cérebro.
Agora Samuel se tornou o paciente mais jovem que foi sujeito aquele tipo de intervenção e embora ainda não tenha sentido a pele da mãe dele e ainda não conheça o mundo que há fora do útero da mãe é perfeitamente possível que Samuel Alexander Arms estreite novamente mão do médico Bruner.
A apresentadora Justine McCarthy , disse que é impossível não se comover com a imagem poderosa desta mão pequena que segura o um dedo do cirurgião e nos faz pensar em como uma mão pode salvar vidas. Disse também que esta imagem é talvez o argumento mais forte contra o aborto que ela conheça. McCarthy resume com estas palavras o impacto da imagem que está sendo usada na campanha contra a legalização do aborto na Irlanda e a favor da vida. É um reforço na luta por manter a lei que o proíbe. (www.paguaviva.blogspot.com)(www.jornalparaclito.blogspot.com)

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